Eu moí e remoí todo o meu passado.
Depois vi tudo que, mesmo descompassado, havia sobrado.
Disso tudo eu sou farelo, sou pó, somos pó...
O presente é que é o elo... O martelo;
Que arrebata o que passa, que arrebita o que está por vir.
O martelo somos nós, e são os "pós".
Bah! Muito bom!
ResponderExcluirDale André!
(Pri)
Valeu Pri, era uma fase passada, mas acho que vai ser sempre atual pra quando se precisa passar por ela...:)
ResponderExcluirGostei muito!
ResponderExcluirVersos curtos as vezes falam mais do que longos poemas.
:D