quinta-feira, 2 de junho de 2011

A máquina de moer

Eu moí e  remoí todo o meu passado.
Depois vi tudo que, 
mesmo descompassado, havia sobrado.
Disso tudo eu sou farelo, sou pó, somos pó...
O presente é que é o elo...  O martelo;
Que arrebata o que passa, que arrebita o que está por vir.
O martelo somos nós, e são os "pós".

3 comentários:

  1. Bah! Muito bom!
    Dale André!
    (Pri)

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  2. Valeu Pri, era uma fase passada, mas acho que vai ser sempre atual pra quando se precisa passar por ela...:)

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  3. Gostei muito!
    Versos curtos as vezes falam mais do que longos poemas.

    :D

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