
Quanto mais se sentia vivo, mais era tratado como brinquedo.
Teimava, dizia que era humano, que sentia dor e medo.
Logo depois, um fluído a mais, uns fios a menos.
Não adiantava, ainda acreditava ter tido sangue e coração em algum momento.
Logo depois, um fluído a mais, uns fios a menos.
Não adiantava, ainda acreditava ter tido sangue e coração em algum momento.
Era como se não fosse máquina, nem precisasse de conserto.
Inconformados, os controladores de qualidade atestaram: “Está fora do padrão, está com defeito”.
Inconformados, os controladores de qualidade atestaram: “Está fora do padrão, está com defeito”.
Por trás de toda aquela casca de metal teve uma bateria arrancada.
E então um parafuso a mais, uma peça a menos.
Por fim, os controladores de qualidade atestaram: “Pronto, agora está perfeito”.
E então um parafuso a mais, uma peça a menos.
Por fim, os controladores de qualidade atestaram: “Pronto, agora está perfeito”.
Criar robôs com emoções humanas seria, no mínimo, cruel. Melhor deixá-los como estão...
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